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Trilhas
Estradas escuras Nuas Feixes cintilantes Distantes Opções Mil e uma movimentações Orações Pequenas dissimulações Ilusões contadas Dizem-se de antes Ah..esas opções Provações Reprovadas ações Tão fartas de seus "nãos" (Layza Santos, novembro-outubro / 2009)
Escrito por Lay às 11h17
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Cansei da menina da minha vida Queria ser aquela daquela manhã Aquela manhã de outro dia Aquela que acordava e tudo podia que seus problemas eram coisas banais coisas de birras..coisas que nem eu dizer mais saberia cansei destes problemas que me atordoam que cronicamente me sugam dessas situações infindáveis sem começo...sem escape...sem conclusão (inacabado) Layza Santos - 09/07/2009
Escrito por Lay às 22h47
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Sinais
E quando tudo acaba Quando essas nulas opções te confundem Quando todos hipocritamente opinam Quando só resta você rondando sua mente Em busca de feixes cintilantes que te façam respirar Que te façam querer lutar Ou ao menos ficar... Mas... A máquina apita sem parar Você está estático porque? Ah..claro E a oração continua... E você morre uma... Duas... Três... Dentro desta nua estrada escura E você rasteja por entre os troncos Contorna pois mais...não dá (Layza Santos - 17/06/09)
Escrito por Lay às 22h47
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Pensamentos ordenados Pesadelos passados Pensamentos pensados Deliberados Sem serem pensados Pós-tempo passado Sem ao menos ser desejado Pré-tempo reanimado Involuntário Pós-fatos antecipados Pré-fatos relembrados Pós-fatos esperados (?) Surpreendentemente nao esperados (Layza Santos - 16/10/08)
Escrito por Lay às 12h09
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Defeitos
Perfeição não existe. Ninguem é perfeito.
Essas frases são constantes imutáveis na vida. Até eu, romantica incorrigível, sei que estas nunca nos deixam esquecer de sua existência.
Não sou modelo para ninguém. Estou longe de ser tudo aquilo que tento ser, que tento passar. Minha perfeição é uma máscara. Alguns me conhecem desnuda de qualquer coisa, outros nem tanto.
Tenho consciência dos meus problemas e das consequências invisíveis, aparentemente, à outros. Não machuco ninguém com meus defeitos. Ao menos tento não o fazer. Eu escondo, melhoro...tudo para corresponder à máscara.
Após um tempo não é lá tão difícil.
Sou escandalosamente imperfeita, atuo muito bem. Atuo tanto ao ponto de incorporar a máscara.
Mas não machuco ninguém...
(Layza Santos - 26/12/08)
Escrito por Lay às 21h52
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Agarro-me ao que não entendo Eu deveria correr opostamente No entanto aqui permaneço Agarrada ao fio (existente?) Estaticamente triste Absorta em provar algo Provar o que? À quem? Sõ sei que aqui eu fico Acorrentada à algo Acorrentada às minhas ilusões.. Talvez.. Tudo muito fraco para que eu dê um passo.
(Layza Santos - 26/12/08)
Escrito por Lay às 21h47
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Outonado
Folha à folha.
Numa palavra...uma folha cai Num ato..mais outra Numa imagem imaginada...a árvore se vai
E como todo o resto você também caiu Esforcei-me pra acreditar Esforcei-me para me desbloquear É...mas você sumiu No meio de tantas palavras boas...de tantos olhares perfeitos...de tantos beijos eternos... Um ato explodiu
Ainda luto Ainda tento Ainda deixo você tentar Mas não possuo mais árvore Não possuo mais crença Simplesmente...não sei se será.
Olho pra trás Fantasmas me assobram Novas cicatrizes invadem antigas já curadas Caio de novo num outono de palavras jogadas Caio de novo..no meio dessas folhas amareladas.. E aqui fico eu de novo... Lamentando os sonhos Isolando pensamentos Passando por cima dos troncos
Pra ficar com você Pra tentar entender Porque eu nao corro pra longe de você Pra reafirmar tudo que eu já sei
Pra redescobrir que a história se repete toda vez
Escrito por Lay às 15h26
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Picadeiro
É Parabens Você conseguiu Levantem todos e aplaudam! Você conseguiu
Com poucas palavras Meias palavras Poucos atos Gestos contraditórios Gestos mágicos Expressões que somem Laços que voam pelo céu
É...vejam todos!Admirem! Conseguiu.
Pronto. Fim do ato. E agora? Resta eu e você aqui. E agora? O que você faz agora que a plateía se foi? Tá tudo vazio. Não restou ninguem Só eu e este nariz Me diz..e agora? Me diz agora o porque. O porque do show..o porque de todo esse cenário O porque de todos esses atos ridículos O porque de todos esses pensamentos vazios.
Me diz..me diz o porque.
Layza Santos
Escrito por Lay às 14h03
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*ainda em construção*
E quando a gente menos espera a decepção vem O corte é feito A utopia cai E nada se mantém
E quando a gente menos espera coisas que tínhamos se vão Um sentimento se reverte Mais uma merda no monte se adiciona E você cai...morre...e vai com tudo ao seu redor
E a utopia faz cai e não se mantém
E palavras que tínhamos se vão revertem no monte se adicionam palavras caem e vão
Agora é tudo em vão Você veio...caiu...e não restou nem um ação Utopia com um novo significado Hoje em dia sem você na minha canção
(16/06/08)
Escrito por Lay às 08h59
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E enquanto todos passam Corpos pendurados Roupas manchadas Pessoas camufladas E eu ali parada
E enquanto todos riem Riem da minha desgraça Riem de mim...palhaça Riem das partes espalhadas
E olhando em todos os cantos Procurando por algum (des)encanto Procurando por algum canto Procurando...procurando
(18/04/08)
Escrito por Lay às 08h56
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De que servem estas palavras? Se as escrevo em vão À alguem que não as lerá Se nada mudarão?
De que serve este poema? Se seus versos rimam sem canção Se nem ao menos tocam seu coração Se seu rumo já tem direção?
Para que aqui sento? Se apesar de todos os esforços nada mudou Se apesar de toda atenção tudo assim continuou
De que serve meu amor? Se falar ti amo já não mais te faz vibrar Se mostrar ti amo já não mais te faz emocionar Se o meu ti amo de nada valerá
De que serve esta vida? Que antes o nascer e o por do sol por você se moviam E que agora o anoitecer chegou E só me restou a solidão Com planos todos estruturados em mim Em mim Em mim somente E não mais também em ti
Porque foi assim que você fez acontecer Foi assim que você escolheu ser Por motivos ainda não compreendidos por mim (Ainda?) Por motivos que talvez não caibam à mim Por fatores diversos Por fatores que perdi Por fatores de dentro de ti Que não pertencem à mim
Resta somente então eu aqui Nesta nova vida de novas expectativas de novas pessoas de novas trilhas
Resta somente então o aqui o Eu Fora de mim Vivido em ti Morto em nós Renascido por aqui Por ali Renascido...enfim... Renascido em fim
(16/04/08)
Um dos meus prediletos...
Escrito por Lay às 08h55
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Tantas frases pela metade tantas coisas por dizer coisas que apenas pensamos e que por diversos motivos tentamos esconder tentamos esconder de mim de você dos outros ao redor que nossa história viram na TV
O engraçado é que poemas ainda não escrevo o que escrevo é dirigido à você não sei porque assim é queria que assim não fosse não sei se consigo dizer tudo aquilo que está por dizer não sei se algum dia conseguirei dizer tudo aquilo que foi guardado pra você
(12/04/08)
Escrito por Lay às 08h46
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Angustia do meu ser
Turbilhão de cores
Imagens
Situações
Suposições
Eu queria falar
Mas não saberia dizer
Está entalado na minha garganta
Não sai,
E também não fica
É efêmero
Se vai
Mas insiste constantemente em permanecer
Eu queria chorar
Não, na verdade não quero.
A lágrima desespera
Torna maior a angústia
A lágrima é totalmente desnecessária
Eu preciso de respostas
Mas como? Se não sei a pergunta
Eu preciso de solução
È...
È o que preciso...
Mas não sei como buscar
Não sei o que fazer
Não sei se devo parar
Lutar
Gritar
Correr
Chorar...isso não.
Tantas idéias em minha cabeça
São soluções?
Ou apenas devaneios desta mente que já não pensa?
Eu queria correr
Não possuo pernas
Apoio
Estou caindo
Não...ainda não.
Estou presa por um fio
Presa à que?
Às perguntas às quais não possuo?
Pernas as quais me tiraram?
Voz que não sai?
Apoio que procuro?
Ou nada disso é verdade?
Seriam apenas meros devaneios desta mente...
(Santos, Layza 01/12/05)
Escrito por Lay às 00h07
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Mais uma entre tantos
Pernas cortadas
Me arrastando pelos cantos
Sorriso desfigurado
Mais um desencanto
Mais uma entre tantos
Apenas mais uma
Simplesmente mais um reflexo
Mais um quadro
Mais uma imagem
Mais um enfeite na sua parede
Paredes caindo
Chão sumindo
Pessoas rindo
E você...indo
Prá longe
Mais longe
Tão longe
Inalcançavelmente longe
Carros na rua
Pessoas que conversam
Tudo igual
Seguindo sempre a mesma reta
Deveriam parar
Não vêem o que acontece?
Não vêem que o mundo parou?
Não vêem que todo o destino mudou?
Não vêem que tudo mudou?
Mudou?
Aparentemente sim
Creio que pra você sim
E assim..acabou mudando para mim
(Santos, Layza - Em algum dia no fim de maio/2007)
Escrito por Lay às 00h00
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Desabafo de um coração atordoado
Coração bate forte
Sufoco
Mãos moles
Tremo
Já não penso
Mãos tremem
Inquietação
Não te vi
Nem precisa
Imaginar-te já me deixa instável
Coração disritmado
Já não penso
Ou pior...penso...
Gelada suo
Não quero mais pensar
Coração atormentado
Pensamentos atormentados
A cada gota de chuva que cai
Pensamentos passam inconformados
Como pode?
O mesmo efeito
Do mesmo jeito
As mesmas palavras
Do mesmo jeito
A mesma perturbação
Do mesmo jeito
O mesmo poema
Do mesmo jeito...
(22/10/06 - Layza)
Escrito por Lay às 23h58
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